Na desordem cronológica te vejo partir
linda, desafetada andando contra sombras
folhas que caem, orvalhos que secam
e rastros que ficam
escondo-me no vento e dou a meia volta insolúvel
árdua como chili e eterna
seguindo a infernal orquestra psicológica
em passos sinceros de um homem morto
moderador de um coração partido
isolado à cama fria, choro
o escravo do amor perdido.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário